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A Igreja Ortodoxa Russa criticou o projeto “Rússia 2045” de cientistas daquele país que prevê a criação de um corpo cibernético para abrigar a alma de pessoas que estiverem para morrer.
Alexey Osipov, teólogo e professor da Academia Espiritual de Moscou, entidade ligada à igreja, disse que Deus não permite que haja a separação entre alma e corpo. Argumentou que o ser humano é “uma unidade” e não dá para separar uma coisa de outra. “A criação de cyborgs seria uma interferência na natureza humana.”
Dmitry Itskokov, responsável pelo projeto, discorda porque, para ele, a alma (ou o espírito) não vem do transcendente, de Deus, mas de um conjunto de informação (que inclui um modo de raciocínio, conhecimento, memória, sensações, etc.) alocado na mente das pessoas.
Nesse sentido, segundo ele, em algum momento será perfeitamente possível transportar essa “massa de informação”, vertida em bits, para um corpo cibernético, havendo, em consequência, a conquista da imortalidade.
O cientista disse que esse corpo será tão ou mais perfeito que o organismo humano e que as pessoas vão ter a opção de morrer ou de continuar a viver por intermédio da tecnologia.
> "O ser humano deseja ser máquina; já somos híbridos."
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